segunda-feira, 25 de julho de 2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mc Marcinho - Deus é Fiel

MC Marcinho fez de tudo com o sucesso que o funk lhe deu: curtiu festas, bancou amigos em bebedeiras e virou noites em rodas de carteado, alimentando seu vício em jogo. Mas tudo mudou desde que ele ouviu um chamado de Deus. A transformação é tamanha que o cantor quer virar pastor e já tem data para se afastar de vez dos bailes. Marcinho anunciou que o DVD 'Tudo É Festa', que chega às lojas em outubro, será sua despedida do funk para se dedicar totalmente à carreira gospel.

A sua nova carreira já está definida? O DVD "Tudo é Festa" será meu último trabalho secular. Na verdade, eu não ia nem lançar o DVD. Mas como muita gente trabalhou nisso, achei que não era justo com essas pessoas. Tem participação de Sandra de Sá, Regina Casé, MC Sapão, Bob Rum, e todas as pessoas envolvidas na produção. No DVD, terá o clipe de "Deus É Fiel", que dá nome ao futuro CD. A música é minha, canto com minha irmã Giselly. Temos sete músicas gravadas e entraremos em estúdio para terminar mais sete.

Mito da caverna

O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna,foi escrita pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.

Alguns ainda chamam de Os prisioneiros da caverna ou menos comumente de A parábola da caverna.



Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.

Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.

Imagine que um dos prisioneiros consiga se libertar e, aos poucos, vá se movendo e avance na direção do muro e o escale, enfrentando com dificuldade os obstáculos que encontre e saia da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.

Caso ele decida voltar à caverna para revelar aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que se encontram, correrá, segundo Platão, sérios riscos - desde o simples ser ignorado até, caso consigam, ser agarrado e morto por eles, que o tomaram por louco e inventor de mentiras.

Platão não buscava as verdadeiras essências na simplesmente Phýsis, como buscavam Demócrito e seus seguidores. Sob a influência de Sócrates, ele buscava a essência das coisas para além do mundo sensível. E o personagem da caverna, que acaso se liberte, como Sócrates correria o risco de ser morto por expressar seu pensamento e querer mostrar um mundo totalmente diferente.




Transpondo para a nossa realidade, é como se você acreditasse, desde que nasceu, que o mundo é de determinado modo, e então vem alguém e diz que quase tudo aquilo é falso, é parcial, e tenta te mostrar novos conceitos, totalmente diferentes. Foi justamente por razões como essa que Sócrates foi morto pelos cidadãos de Atenas, inspirando Platão à escrita da Alegoria da Caverna pela qual Platão nos convida a imaginar que as coisas se passassem, na existência humana, comparavelmente à situação da caverna: ilusoriamente, com os homens acorrentados a falsas crenças, preconceitos, ideias enganosas e, por isso tudo, inertes em suas poucas possibilidades.


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